Por que algumas pessoas conseguem um novo emprego em menos de um mês, enquanto outras permanecem desempregadas por mais de dois anos?
Por que algumas pessoas conseguem um novo emprego em menos de um mês, enquanto outras permanecem desempregadas por mais de dois anos?
Essa é uma pergunta recorrente entre profissionais em busca de recolocação. E, de fato, procurar emprego exige método, estratégia, constância e energia. Não é por acaso que empresas especializadas em job hunting ou consultorias de carreira não cobram barato por esse serviço: trata-se de um trabalho técnico, estratégico e profundamente analítico.
Para entender as razões dessa diferença de tempo na recolocação, é importante analisar alguns fatores cruciais. Para facilitar, vamos dividir essa reflexão em alguns grupos.
O primeiro ponto está relacionado à área de atuação. Alguns segmentos, especialmente os operacionais, apresentam alta demanda. Todos os dias, centenas de vagas são abertas e preenchidas rapidamente. A rotatividade é maior e, proporcionalmente, o volume de contratações também.
Já posições técnicas exigem formação específica, certificações ou conhecimentos mais aprofundados. Nessas áreas, o número de vagas tende a ser menor e a concorrência mais qualificada. Por isso, manter-se atualizado por meio de cursos, especializações e desenvolvimento contínuo é um diferencial importante para dar mais visibilidade ao currículo.
Quando falamos de cargos de especialista, liderança ou diretoria, o cenário muda ainda mais. Essas vagas são menos divulgadas e, muitas vezes, preenchidas por indicação ou processos de hunting. Nesses casos, além de um currículo e LinkedIn bem estruturados, é indispensável investir em networking estratégico, presença em eventos, grupos profissionais e ambientes onde oportunidades qualificadas costumam surgir.
Independentemente do cargo pretendido, existe um ponto que é imprescindível: a dedicação diária à busca por oportunidades. Isso inclui manter currículos e perfis profissionais bem escritos, completos, atualizados e alinhados à posição desejada. Disciplina, organização e constância fazem uma diferença real no processo de recolocação.
Perfis superficiais, com informações genéricas ou desatualizadas, colocam o candidato em desvantagem competitiva frente àqueles que tratam a própria carreira de forma estratégica. As redes profissionais e o currículo são, na prática, ferramentas de marketing pessoal. A pergunta que fica é: qual imagem profissional você está transmitindo?
Recrutadores trabalham com prazos curtos e grande volume de candidatos. Nem sempre haverá tempo para ligar, investigar ou fazer perguntas adicionais para entender seu perfil. Quanto mais claras, objetivas e bem organizadas estiverem as informações no currículo, maiores são as chances de avançar na triagem.
Muitos candidatos não percebem que pequenas atitudes impactam diretamente o processo seletivo. Enquanto alguns facilitam a vida do recrutador, outros criam barreiras para si mesmos. E, sim, todas as ações — ou a ausência delas — são consideradas.
Na prática, é muito comum nos depararmos com erros recorrentes, como:
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Currículo sem objetivo profissional definido
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Candidato que não atende telefone ou não visualiza mensagens no WhatsApp
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E-mail que não é acessado diariamente
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Currículo incompleto ou desatualizado
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Envio de currículo por e-mail sem assunto ou sem uma breve apresentação
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Envio indiscriminado de currículos, sem estratégia
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Candidatura não finalizada no site da empresa
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Testes ou etapas do processo seletivo não concluídos
Esses fatores, muitas vezes, explicam por que algumas pessoas avançam nos processos enquanto outras ficam pelo caminho.
A boa notícia é que grande parte desses erros pode ser corrigida com atenção, organização e estratégia. Ajustar esses pontos significa ampliar de forma concreta suas chances de recolocação.
No fim das contas, a reflexão mais importante é esta: buscar um emprego é, temporariamente, o seu trabalho principal. Quem entende isso e se posiciona de forma profissional desde o primeiro contato tende a encurtar o caminho até a próxima oportunidade.
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